sábado, 23 de julho de 2011

Almas inquietas e jovens

  
Num entrave entre sensações frias e quentes, o bom gosto, doce, leve e suave; traz na boca o amargo, ardido, adstringente e agridoce.
Confusão de sentimentos onde o corpo a mente3 o espírito e alma, oscilam e desequilibram.
Vontade de cessarem os sentidos e amenizar os tons que aprofundam-se espetando o âmago do ser como agulhas quentes.
Acaba-se o tempo e a luz e o ser não se apaga jamais.
As lacunas ansiosas de quem só vive intenso e o comum e o simples é ócio e tédio.
Tortura-se pra sentir dor e rir do acaso pra não ver a  frieza do dia a dia.
O pensamento a toa faz sentir a morte, é morrer como o coelho na moita pego pela boca do cão.
Metáfora, coesão, esconder, esquivar e rodar no olho do tornado e se jogar.
Tudo pra não morrer  parado e quieto, abraçado9 a uma árvore de abandono e ver perder Deus

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